Dicas

Dicas 201605/02/2016 14h11
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Algumas Dicas pra quem anda de moto !!!! 


1. Pense que ninguém te vê Porque para a maioria dos motoristas, você é invisível, mesmo! Nunca faça um movimento imaginando que o outro motorista está vendo você, mesmo que você tenha acabado de ver seus olhos. Motos muitas vezes não fazem parte das cabeças de quatro rodas.
2. Seja paciente As conseqüências de encarar um erro ou uma disputa no trânsito começam mal e sempre acabam PIOR. Finja que foi a sua mãe que fez aquela barbeiragem e perdoe a falha.
3. Ponha roupas para encarar um acidente, não uma piscina ou uma festinha de verãoCom certeza, a padaria do bairro é uma viagem de 5 minutos, mas ninguém está planejando comer asfalto, está? As roupas modernas de tecidos ventilados significam que 40 graus à sombra não são desculpa para camisetinhas e shortinhos de surfista (aliás, você sabe pegar onda, por acaso?)
4. Espere o melhor, mas esteja preparado para o piorEsteja pronto para uma fechada, para uma surpresa que nunca deve ser inesperada. Não existe “apareceu de repente”, “veio do nada” ou “eu achei que ele ia… “.
5. Deixe seu ego em casaAs únicas pessoas realmente interessadas em saber se você estava mais rápido que o outro na avenida são o policial e o Detran.
6. Preste atenção no que está fazendoTem um ônibus na sua frente parando de repente para um tiozinho que fez sinal em cima da hora. Se ligue!
7. Espelhos mostram só uma parte do ambienteNunca mude de direção ou de faixa sem olhar para trás para confirmar que você realmente pode virar ou mudar de faixa.
8. Seja pacienteEspere mais um ou dois segundos antes de entrar na pista, começar a andar ou sair para ultrapassar. Você é pego pelo que NÃO VIU! Aquela olhadinha a mais vai salvar sua pele.
9. Preste atenção na diferença de velocidadePassar por carros ao dobro de sua velocidade ou mudar de pista para passar por um monte de carros parados é somente um jeito mais rápido de conhecer São Pedro (e se você tiver acumulado méritos para conhecê-lo!).
10. Cuidado com a calçadaUm monte de surpresas acaba chegando das calçadas: sacos com objetos dentro, pregos, antenas de TV, tijolos, escadas, sofás velhos, escolha o que quiser! Procure problemas nos cantos e não ande junto à calçada, você está no tráfego.
11. Carros entrando à esquerda ainda são os maiores assassinos de motociclistasNão ache que o motorista vai esperar passarem todos os motociclistas antes de se enfiar à esquerda, não. Eles também estão tentando ser rápidos!
12. Cuidado com carros passando no vermelhoOs primeiros segundos após o sinal mudar são os mais perigosos. Olhe SEMPRE para os dois lados antes de cruzar o semáforo depois de aberto.
13. Olhe os retrovisoresOlhe os espelhos retrovisores sempre que mudar de faixa, diminuir a velocidade ou parar. Esteja pronto para se mover se o outro veículo for ocupar o espaço onde você está.
14. Deixe espaço na frenteNo Brasil se anda sempre MUITO colado. A regra geral que se usa pelo mundo é de 3 segundos de distância do veículo da frente. Melhor ainda se você observar tudo que aparecer na sua frente para os próximos 12 segundos (no horizonte). Todos os seus problemas estão aí dentro desses espaços.
15. Cuidado com os carros equipadosEles são rápidos e seus motoristas são agressivos. Não imagine que você passou por ele e que está tudo resolvido, ele está logo aí atrás. Você pode acabar como um novo enfeite na grade frontal do carrão dele.
16. Entrar em curvas em alta velocidade machucaÉ a maior causa de acidentes com motociclistas sozinhos e em estradas sinuosas e pistas de corrida. “Entre devagar, saia rápido” é há muitos anos a regra dos campeões das pistas.
17. Não acredite na eficiência da polícia florestalSe na área onde você está podem aparecer animais, não vá pensar que a polícia rodoviária ou florestal vai conseguir tirar cada um deles da sua frente. Vá devagar, olhe para as margens da Estrada e fique vivo.
18. Já está muito tarde para você começar a usar os dois freiosO dianteiro faz a maior parte da parada, mas um pouco de traseiro na entrada das curvas pode acalmar uma moto nervosa.
19. Mantenha SEMPRE alguns dedos sobre o freio dianteiroEconomize um segundo no tempo de reação a 85 km/h e você pode parar 30 metros antes (e talvez até conseguir escapar do impacto). Pense nisso!
20. Olhe para sua trajetóriaUse o milagre da fixação de objetivo em seu próprio benefício. As pesquisas mostram que a moto vai para onde você olha, então olhe para a solução no lugar de olhar para o problema.
21. Mantenha seus olhos em movimentoO tráfego está sempre mudando. Portanto, continue sempre procurando por problemas. Não trave seus olhos em um só ponto por muito tempo, a menos que você esteja realmente em problemas sérios.
22. Pense antes de agirAvalie com cuidado a situação quando pensar em ultrapassar rapidinho aquele táxi está a 15 km/h numa área com limite de 60 km/h, ou você pode acabar com sua cabeça dentro do carro que virou à esquerda “DO NADA”.
23. Não olhe para o chão – levante sua cabeçaÉ sempre tarde para fazer qualquer coisa quando o problema está a 10 metros. Olhe lá longe e mude a direção.
24. Preste atenção em seu caminhoA maioria dos acidentes acontecem durante os primeiros 15 minutos de seu trajeto, abaixo de 60 km/h, em um cruzamento ou via secundária. É, exatamente, ali por onde você passa toda hora.
25. Pare totalmente em cada placa de “PARE”Isso, ponha seu pé no chão. Olhe de novo. Qualquer outra maneira de fazer isso pode forçar uma decisão imediata, sob pressão e sem tempo para identificar uma situação de risco.
26. Nunca entre às cegas num corredor de trânsito paradoOs carros devem estar parados por alguma boa razão, e você pode não vê-la até que seja tarde demais para fazer alguma coisa. Não ande a mais de 30 km/h acima da velocidade dos outros veículos. Se estiver a 40 km/h, você vai ver que cair no meio do trânsito não é assim tão confortável.
27. Não abrace um urso!Se você pesa 50 quilos, por favor não tente rodar por aí em uma estradeira-monstro de 400 kilos! Se você tem só um metro e meio de altura, tem certeza que precisa uma altíssima big trail? Pega leve!28. Procure pelas portas de carros que se abrem no tráfegoAcertar um carro que desvia de uma porta aberta é exatamente tão dolorido quanto o primeiro caso.
29. Não entre num vício de cruzamentos iguaisProcure placas de “PARE” mesmo depois de uma longa série de esquinas em preferência para você. Se você está imaginando que o tráfego vai parar pra você, vai acabar encarando uma surpresa no mínimo bem dolorida.
30. Tenha espaço para se movimentar quando trafegarPilotar dentro de um amontoado grupo de motos é um bom jeito de acabar no meio do mato. Qualquer grupo de motos que valha a pena acompanhar terá um ponto de encontro marcado à frente para reencontrar os “desgarrados”.
31. De tempo para seus olhos se acostumaremVá devagar e com farol baixo até que seus olhos se acostumem com a escuridão ao sair de lugares muito iluminados. Fechar um dos olhos até chegar ao local escuro também ajuda, senão você estará dirigindo às cegas por uns 2 quilômetros!
32. Domine a meia-voltaPratique este retorno apertado até ficar bom. Ponha suas nádegas na beirada do banco no lado contrário à curva e deite a moto para dentro da curva, usando seu corpo como contrapeso enquanto gira em cima da roda traseira. É uma excelente manobra para não bater no carro da frente ou para escapar daquele bueiro sem tampa.
33. Quem colocou uma placa “PARE” no meio dessa subida?Não entre em pânico. Use o freio traseiro para manter a moto no lugar enquanto usa o acelerador e embreagem com atenção para sair sem problemas.
34. Se parece escorregadio, então é mesmo!Um trecho de chão suspeito pode ser só mais uma mancha. Manteiga? Cascalho? Óleo? Pode não ser nada, mas é melhor diminuir ANTES de pisar num sabãozão. Se não era nada, melhor.
35. BUM!!! Estouro de pneu! E agora?Sem movimentos bruscos. A moto não estará feliz embaixo de você, então se prepare para usar um pouco de músculos para manter a trajetória. Alivie o acelerador e use o freio bem leve com a roda boa (traseira ou dianteira) e vá procurando a melhor direção para sair da pista. Agora, pode voltar a respirar.
36. Pingos na viseira?Começou a chover. O asfalto apenas umedecido é muito mais escorregadio que depois de uma forte chuva tropical, e você nunca sabe o quanto ele está liso. Use máxima concentração, cuidado e suavidade nos controles.
37. Emocionado?Já dizia o velho ditado: “Quando a cabeça não pensa, o corpo padece”. As emoções são tão fortes quanto qualquer droga, então observe a você mesmo quando for sair. Se você está nervoso, triste, exausto ou ansioso, sente e conte até 100 mil.
38. Vista roupas adequadasPonha roupas que sirvam bem em você e ao clima. Se você está com muito frio ou com muito calor ou brigando com uma jaqueta onde cabem dois de você, você já está em problemas.
39. Deixe seu iPod em casaVocê não vai ouvir o caminhão de cimento a tempo se estiver ouvindo a banda Calipso. A única coisa que vai ficar atraente são seus fones de ouvido como brinde para o pessoal da SALA DE CIRURGIA.
40. Aprenda a fazer desvios de emergênciaEsteja pronto para fazer dois desvios de emergência em seguida. Desvie de um obstáculo pela esquerda e logo em seguida de volta à sua trajetória original à direita, e vice-versa. A moto vai seguir seus olhos, portanto olhe para o caminho e não para os obstáculos. Pratique isso até que seja um reflexo normal, sem pensar.
41. Seja suave em baixa velocidadeDe nada adianta sua enorme agilidade se você estiver devagar. Tire as forças dos movimentos com um trabalho leve nos freios traseiros. Isso minimiza muito indesejáveis transferências de peso e inércia, e facilita alinhar e posicionar a moto exatamente onde e como desejamos.
42. Piscar luz de freio é uma boaAs setas dos outros veículos te chamam a atenção porque piscam? Pisadinhas leves no pedal ou toques rápidos na manete do freio dianteiro antes de realmente frear sua moto vai alertar o tráfego atrás.
43. Cruzamentos são perigosos, então garanta suas chancesPonha outro veículo imaginário entre sua moto e o veículo à frente para evitar que outro veículo cruzando acerte você bem de lado. Diminua, assim, pela metade a chance de acidentes.
44. Ajuste sua visão periféricaOlhe para um ponto bem à sua frente. Agora procure ver as coisas ao seu lado movendo apenas sua atenção, sem mover os olhos. Quanto mais você conseguir ver sem virar os olhos ou a cabeça, mais cedo vai reagir aos problemas.
45. Sozinho num semáforo que não muda nunca?Se for um semáforo inteligente, você pode mudá-lo! Procure um fio sensor de presença antes da faixa de pedestre (um quadrado riscado em preto no chão) e posicione o motor da moto em cima dele (o sensor tem um campo magnético). Se o semáforo não mudar, baixe o descanso lateral bem sobre o fio, que as suas chances de mudá-lo para verde vão melhorar. Se não der, relaxe e espere, você já tentou de tudo…
46. É mais difícil ver à noiteAjuste e limpe seus faróis e viseiras transparentes e tenha uma visão melhor do que uma simples idéia do que está ali na frente. Ao anoitecer, troque viseiras escuras pelas transparentes.
47. Não trafegue perto ou ao lado de caminhõesSe um daqueles 18 pneus monstruosos estourar — o que acontece com BASTANTE FREQÜÊNCIA – ele vai se transformar em vários projéteis de borracha e aço violentíssimos. A não ser que você goste de brigar com uma chuva de destroços, fique longe ou passe logo por ele.
48. Tire o pânico das paradas de emergênciaDesenvolva uma intimidade muito grande com seu freio dianteiro. Procure um lugar deserto e seguro em asfalto liso e limpo. Faça centenas de frenagens começando bem suavemente e freando cada vez mais forte até descobrir aquela força na mão ideal entre a frenagem máxima e a roda travada (frenagem máxima = pneus CANTAM ligeiramente, mas a roda NÃO TRAVA). Repita isso com cuidado MUITAS vezes até ficar muito bom. Pronto.
49. Tenha pneus adequadosNada do que você leu até aqui vai servir a não ser que você tenha os pneus adequados. Não os subestime. Tenha certeza que eles estão bem calibrados todo tempo. Procure cortes, pregos e outras porcarias que tenham se prendido a eles. Procure sinais de ressecamento e desgaste. Troque logo que puder, os pneus são a essência da dirigibilidade. E não use pneus de marcas diferentes ou novo com usado na dianteira e na traseira, isso muda completamente a estabilidade da moto.
50. Respire fundo Conte até 10. OU até 100. Desculpe e peça desculpas, dê passagem e vá devagar, apreciando o passeio. Deixar de andar a 130 km/h e demorar para chegar é muito melhor que arruinar sua vida e ir para uma cadeira de rodas ou um caixão.

Conhecendo o Rio de Janeiro e Florianópolis a bordo de sua moto26/03/2012 20h10
contato: veronica.fassoni@gmail.com

Conhecer um paraíso natural dentro do Brasil é sempre uma boa pedida, principalmente se nesse pacote vier incluído sentir o vento na cara e a sensação de liberdade a cada segundo da viagem. Viajar a bordo da sua moto é uma boa pedida para quem gosta de aventura e muita emoção ao conhecer lugares onde é possível se lançar um outro olhar, diferente do “senso comum”. Para começar bem seu roteiro mochileiro sobre duas rodas as dicas são visitar o Rio de Janeiro, maravilhosamente adequada para passeios de moto, e Florianópolis, um pouquinho do paraíso na Terra.


O Rio de Janeiro, tanto como capital quanto estado, é um ótimo lugar para se viajar de moto. Quando se olha a capital, com seus monumentos e pontos turísticos conhecidos no mundo inteiro, como Cristo Redentor, Bondinho do Pão de Açúcar, suas praias, e tantos outros, pode parecer que a viagem pode ser planejada com pouca antecedência, já que a indefinição impera nos programas dos mochileiros. Mas quando se olha o Rio de Janeiro como um bom estado para passear a bordo da moto é muito importante pré-definir um roteiro exato, mesmo porque muitas cidades oferecem programas, hospedagem e rotas quase exclusivas para motociclistas. É o caso da cidade de Paraty, que fica a 236km da capital fluminense e dá a oportunidade de a viagem em duas rodas ser inesquecível pela rota Paraty-Cunha, e na rodovia dos Tamoios. Lá pode ser mais fácil fazer reserva de hotel do que no Rio de Janeiro, e para quem gosta de uma viagem de turismo cheia de aventuras em uma moto 200 km de distância não significam absolutamente nada.


Mas se o caso é ficar mesmo na capital, procure por hoteis em Copacabana, já que o bairro dá vazão de rota para todos os demais bairros da orla carioca sem muita complicação. A cidade é bem sinalizada e o motociclista deve ficar atento apenas aos fins de semana, onde muitas vias mudam de mão de direção para que as famílias possam levar as crianças para patinar e andar de bicicleta em áreas próximas ao mar. Além disso, o Rio de Janeiro tem muita área verde, trilhas e estacionamento para motos em todos os lugares – o que significa que você pode mudar de veículos duas rodas, alugar uma bicicleta por algumas horas e conhecer um pouco mais desse “Rio natural”.


Natureza também é o que o motociclista vai encontrar – e curtir – se decidir procurar um hotel Florianópolis e conhecer as belezas de Santa Catarina, ao sul do Brasil. Dependendo de onde está o viajante (em questão de região), a viagem para lá pode demorar dias e, assim, se tornar ainda mais aventureira e charmosa. Mas vale muito a pena: a capital catarinense é uma ilha de encantos que vai ser difícil deixar pra trás ao fim da viagem.


Além das belíssimas praias, trilhas, paredões e dunas, Floripa é também palco de vários eventos e encontros de várias tribos, o que garante sempre um passeio animado pelas atrações naturais, culturais e da vida noturna da “ilha mágica”. O pessoal da motocicleta, inclusive, não é esquecido: vários eventos de moto pelo país, como encontros de grupos de motociclistas, começam ou se encerram em Florianópolis ao longo do ano, como o Moto Road, por exemplo – um encontrão de gente que gosta, justamente, de viajar e conhecer novos lugares sobre duas rodas.


A hospitalidade é um forte do catarinense e a cidade acaba por ser um ótimo destino para passar alguns bons dias só você e sua moto (que não vai ficar sem lugar, por conta dos vários estacionamentos exclusivos nas orlas das praias). Mais uma vez, planejar o roteiro é muito importante. Você pode querer visitar a serra catarinense e, para não haver surpresas desagradáveis pelo percurso, é sempre em bom já ter em mente todo passo que vai ser dado na sua viagem.


Além de planejar as rotas dessas viagens, é importante que você também veja com antecedência os locais onde ficará hospedado. Acesse o site da FalaTurista e faça a consulta de hotéis nessas cidades e regiões.




Walter Constantino Junior09/11/2010 14h56
contato: obeliques@gmail.com
ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO NO MOTOCICLISMO

Autoria: Otavio Araujo “Gugu”, 68 anos, motociclista há 52 anos.

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, inclusive quando pilotamos nossa motocicleta.

É uma elegância desobrigada, um gesto ao ser auxiliado numa ultrapassagem, um cumprimento e um sorriso no pedágio, um leve toque de buzina e cumprimento de mão aos guardas rodoviários também não custa nada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas pessoas que escutam mais do que falam e quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no dia a dia.

Quando nas estradas cruzamos ou ultrapassamos um companheiro motociclista não custa um aceno de simpatia ou um toque de buzina, mesmo que ele pilote uma 125 cc.

Numa viagem com amigos ou simples conhecidos é possível detectar elegância nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir aos frentistas e garçons.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer em humilhar os outros.É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é o motociclista que demonstra interesse por assuntos que desconhece, se preocupa com a manutenção da motocicleta do companheiro, com sua bagagem, é quem cumpre o que promete.

É elegante não ser espaçoso demais nem querer ser líder por vontade própria.

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro, é muito elegante não falar de dinheiro e de viagens desconhecidas dos demais em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Uma potente moto tinindo de nova, um belo sobrenome, experiência em grandes quilometragens e nariz empinado não substituem a elegância de um gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. Os motociclistas de um modo geral são solidários, leais, amistosos.

Ser elegante é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social e das cilindradas da motocicleta.

Se os companheiros de jornada não merecem certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso.

E, detalhe: isso tudo não é frescura, é apenas A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO NO MOTOCICLISMO.

Obs: Texto publicado no Mural CARPE DIEN pelo integrante RICARDO-2, o "PIRUKA".
PH.27/09/2010 11h42
contato: carphdien@gmail.com
http://www.youtube.com/watch?v=09GXM4KjrVs
ZICO06/08/2010 09h10
contato: orfeo.mig@uol.com.br
Abaixo segue um e-mail enviado pelo Carpeta Paulo Bernardi (PB) de São José dos Campos, e a seguir a Carta por ele mencionada:

BOA NOITE AMIGOS... O PROBLEMA DO ESTATOR DA BOULEVARD 1500cc TB ACONTECEU COMIGO.

ESTOU ANEXANDO O DOCUMENTO ENVIADO PARA A J.TOLEDO POR INTERMÉDIO DA LOJA DE SÃO JOSE DOS CAMPOS.(MOTOSHOPPING)

O SERVIÇO NO RETIFICADOR E TB NO ESTATOR FOI FEITO EM RIBEIRÃO PRETO CONFORME JÁ MENCIONADO PELO LUIZ (de S.J.dos Campos).

A ÉPOCA CUSTOU 480,00 REAIS AMBOS, SOMARAM-SE A ESTE O VALOR DE UMA BATERIA NOVA E O SERVIÇO PROPRIAMENTE DITO EXECUTADO NA MOTOSHOPPING.

TOTAL DO "PREJÚ"...1100 PRATAS SE NÃO ME ENGANO,PARA QUEM IA MORRER EM MAIS DE 4500..FICOU BARATO.

É INCRÍVEL A CARA DE PAU DA J.TOLEDO QUE NUNCA ME MANDOU UMA RESPOSTA....RÍDICULA SITUAÇÃO..TOTAL DESPREPARO NO ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR DE UM PRODUTO ESPECIAL..OU SEJA UMA MOTODE 45.000 REAIS.

Agora a referida Carta:

São José dos Campos, 15 de novembro 2009

Para o departamento de vendas da J.TOLEDO (importador exclusivo das motocicletas SUZUKI para o Brasil) e ainda aos cuidados do departamento de projetos da SUZUKI no Japão.

Venho por meio deste documento informar aos responsáveis pela comercialização de peças e venda das motocicletas Suzuki no Brasil e também aos engenheiros projetistas da SUZUKI no Japão que está acontecendo um sério problema com os conjuntos de RETIFICADOR e ESTATOR presentes em vários modelos de motocicletas produzidos pela Suzuki e comercializados pela J.TOLEDO em todo território Nacional, com maiores e preocupantes ocorrências com os modelos SUZUKI BOULEVARD C 1500, SUZUKI BOULEVARD M800 e SUZUKI V STROM 1000.

O assunto já está circulando na Internet há algum tempo sendo tratado com indignação e preocupação crescente em comunidades que se utilizam de ferramentas tipo ORKUT, MESSENGER ou até mesmo em BLOG.

As peças estão apresentando desgaste acentuado ocasionando via de regra uma falha total. Ocorrendo em vários estágios de utilização das motocicletas, desde INACREDITÁVEIS 800 km, no caso mais grave e recente ocorrido com uma V STROM 1000, até 40.000 km, caso ocorrido com uma Suzuki Boulevard C1500 ano 2006.

A minha motocicleta, uma Suzuki Boulevard C1500 2007 modelo 2008 apresentou estes mesmos SIGNIFICATIVOS problemas, ou seja, a bateria não estava sendo carregada devido à queima de duas bobinas do ESTATOR que foi provocada por superaquecimento oriundo do mau funcionamento do RETFICADOR, pasmem senhores isto ocorreu com apenas 17.000 km rodados.

Tendo conhecimento do ocorrido, no tocante ao conjunto supracitado, também com outros proprietários de motos SUZUKI, procurei ajuda junto às comunidades existentes na WEB assim como junto ao meu mecânico de confiança, Marcelo, funcionário da Concessionária SUZUKI de São José dos Campos (MOTO SHOPPING) local onde adquiri a minha motocicleta 0 km em 2007.

Após análise da situação apresentada ficou decidido que haveria necessidade de se trocar a BATERIA, o RETIFICADOR e também o ESTATOR. O serviço total iria custar mais de 5000 Reais. Além do preço absurdo pedido descobri que não haveria garantia que estas NOVAS peças não apresentariam no futuro o mesmo problema. (O que vim a descobrir já ocorrera em mais de uma oportunidade com outros proprietários).

A solução então foi mandar o RETIFICADOR e o ESTATOR para profissionais qualificados em recuperá-los.

O serviço foi executado com maestria e o custo foi de apenas 450 Reais. Foram feitas modificações no RETIFICADOR e no ESTATOR com isso o conjunto passou a carregar a bateria em menor tempo e dissipar melhor o calor gerado. Somados os valores da nova bateria e da mão de obra na concessionária o prejuízo chegou a 1250 reais .

Este procedimento está sendo efetuado por vários proprietários de motocicletas SUZUKI em virtude do comprovado erro existente no projeto dessas unidades que certamente não foram preparadas para serem utilizadas com a temperatura média do território nacional. (26 GRAUS)

Segundo o que pude averiguar há pelo menos dois grupos de hipóteses para a quebra do conjunto elétrico já comprovadamente incompatível com a qualidade dos produtos produzidos pela SUZUKI no Japão para o mercado local assim como aqueles destinados a Comunidade Européia.

A)Erros no dimensionamento do conjunto.

1- Os fios que alimentam a bateria podem estar aquém da bitola ideal para demanda existente.
2- O Retificador está com toda certeza subdimensionado, pois não consegue operar de maneira correta com a carga exigida pelos componentes presentes na motocicleta.
3- O Estator não possui um enrolamento compatível com a carga exigida pelo sistema. (fios muito finos) O isolamento das bobinas é comprovadamente deficiente. (verniz de baixa qualidade).

B)Erro de posicionamento de conjunto.

1-A posição do retificador compromete a sua eficiência, pois não recebe ventilação alguma.
2-A mudança efetuada no posicionamento provocou uma sobrecarga nos fios que levam a corrente para a bateria uma vez que a distancia foi aumentada e com isso o comprimento e espessura dos fios.

Desta forma solicito que sejam tomadas medidas corretivas urgentes para que outros proprietários não passem por problemas semelhantes.

Tenho algumas sugestões a serem apresentadas.

A)Que a inspeção do conjunto seja efetuada nas revisões de 3000, 6000, 9000, 12.000 e assim por diante
B)Caso sejam constatadas irregularidades, desgastes, queimas ou quebras em qualquer um dos componentes existentes no conjunto R:R os mesmos deverão ser trocados.
C)Os valores das peças e do serviço não serão cobrados desde que coberto pela garantia.
D)Passado o prazo de garantia, caso não ocorram alterações no projeto original, as peças e serviços também não deverão ser cobrados.
E)O local do Retificador deve ser alterado.
F)O Estator deve ser modificado visando atender características próprias do projeto nacional.
G)Os fios condutores da corrente até a Bateria devem ser melhorados.

Lembro da responsabilidade solidária existente no caso de acidente comprovadamente evitável e desprezado em suas possíveis soluções por parte dos agentes envolvidos.

Uma motocicleta parada no meio da noite em local de risco pode ser alvo de ataques por parte de vândalos, ladrões ou até mesmo se ver envolvida em colisões secundárias.

Como proprietário de uma motocicleta que foi escolhida dentre uma série de ótimas concorrentes solicito que os responsáveis tomem às devidas providências evitando assim maiores prejuízos a imagem da SUZUKI no Brasil.

Paulo Bernardi

Atenção VC proprietário tb de uma moto dessas:
Quetal fazer o mesmo? Basta Copiar e Colar...!!!

Um abraço.
Zico
Milton Roberto Maciel26/07/2010 15h10
contato: lidermaciel@gmail.com
Você é motociclista ou está de passagem ???

Viajar de moto é uma das experiências mais fascinantes que se pode ter nessa vida. Quem não tem o coração de motociclista provavelmente nunca entenderá o porque.

Mas até mesmo eu ,às vezes, fico me perguntando, afinal, por que é tão bom assim?

Não tenho respostas, só alguns pensamentos.

Em primeiro lugar, viajar de moto evoca sentimentos de tempos e realidades muito distantes de nós; é como se nos transportássemos para outra época e, de repente, lá estamos nós com nossa armadura, baixando a viseira de nosso elmo, preparados para uma missão distante e desafiadora. No fundo, mesmo que isso pareça meio estranho, todo motociclista se sente como um guerreiro, deixando a segurança e o conforto de sua casa para ir adiante, desbravar territórios e vencer desafios.

Também existe um sentimento quase místico, como se estivéssemos saindo de nossa própria vida, vendo o que há la fora. Viajar de moto é estar em movimento, é deixar a monotonia. A casa, o trabalho, nossa cidade, tudo fica para trás e seguimos adiante rumo ao desconhecido, mesmo que seja apenas a cidadezinha turística a 100km dali.

Viajar de moto também nos coloca em contato com uma outra vivência de relacionamentos que rompe com os paradigmas da vida moderna. Não há chefe, nem subordinados, apenas amigos, companheiros. E nenhum deles é melhor do que o outro, ninguém está competindo, somente compartilhando.

Há também uma intensa ligação com o campo do conhecimento. Todas as matérias estudadas em uma sala de aula são experimentadas, mas de uma forma muito diferente da que qualquer professor conseguiu nos proporcionar. A matemática está ali o tempo todo: são retas, curvas, tangencias, ângulos, 100, 120, 140..., melhor parar por aqui. A física então, nem se fala: inércia, aceleração, movimentos retilíneos uniformes (ou não), calor, velocidade do vento; porque isso não parecia interessante na sala de aula?

A geografia e a biologia também são matérias sempre presentes em vales, montanhas, serras, colinas, rios e cachoeiras, pássaros (sim, eles ainda existem). Até mesmo a história, seja dos lugares ou das pessoas que encontramos, acaba nos atraindo.
O português não fica de fora e nem limitado à leitura de algumas placas; viagem de moto combina com histórias, contos , poesias, música; tudo inserido em longas conversas e não circunscritas a aulas, cadernos e horários.

Em uma viagem de moto também entramos em contato com nossos valores mais elevados. Coisas como liberdade, respeito, responsabilidade,solidariedade, são sempre presentes. Até mesmo nosso contato com o criador é estimulado; nossa mente viaja também, medita, contempla. Diante de todas estas experiências olhamos para o dom maravilhoso que nos foi dado, a vida, e para aquele que nos deu tudo isso e somos levados a dizer, ainda que sem palavras: "muito obrigado".

Autor:- Um motociclista, igual a você!
Fabio Sanches26/07/2010 15h08
contato: fabio.vivo@terra.com.br
ANTES DE SAIR PARA PASSEAR COM A SUA MOTO, REALIZE UMA VISTORIA GERAL

COMBUSTÍVEL: Verificar sempre a sua quantidade e se há algum vazamento.

ÓLEO: Não se deve esquecer de averiguar o nível, o período que foi realizada a última troca (atendendo as especificações do fabricante da moto ou do óleo) e um eventual vazamento.

PNEUS: Duas coisas devem ser levadas em conta: o estado de conservação e a pressão. A sua segurança depende de ambos os fatores (é perigoso se estiverem "carecas" ou descalibrados (Baixa Pressão)).

CORRENTE: Lubrificar sempre, bem como verificar a folga, que deve variar de 15 a 20mm.

FREIOS: Examine a folga, levando em consideração esses dados:
Freio dianteiro a disco-5 a 8mm
Freio a tambor- 5 a 8mm
Freio traseiro- 20 a 30mm

EMBREAGEM: Também a folga deve ser conferida. Deve corresponder a um espaço de 2 a 3mm.

PARTE ELÉTRICA: Olhe se o farol, os piscas, a luz de freio, as lanternas, as luzes do painel e as buzinas estão funcionando.

BATERIA: É importante ver se o nível da solução eletrolítica, completando o que faltar com água destilada.

PARAFUSOS E PORCAS: É bom ter a certeza de que estão corretamente apertados.

ESPELHO RETROVISOR: Ajustá-lo de modo a obter a melhor visibilidade.
Carlos Haroldo Martins26/07/2010 15h08
contato: kathu52@hotmail.com
Olá amigo Motociclista.

Me chamo Adhemar e sou proprietário de uma motocicleta Suzuki Boulevard C1500 ano/modelo 2007 desde zero Km. No ano passado a minha moto ficou sem bateria e eu a levei na concessionária Suzuki onde sempre fiz a manutenção da mesma. Foi constatada a queima do Estator.

Esta peça foi orçada em R$2.000 reais na oportunidade, fora a mão de obra, óleo, filtro e junta que precisariam ser trocados. A concessionária não tinha a peça para troca imediata e a outra opção oferecida foi o conserto do componente que queimou.

Optei então em consertar já que o tempo para o conserto era menor, o custo bem mais baixo e a garantia dada era a mesma que a peça nova.

Naquela oportunidade indaguei a J. Toledo que é a montadora destas motos aqui no Brasil sobre este fato. Em resposta me informou que não haviam sido relatados casos semelhantes em motos originais, e que alguns casos investigados se devia pelo uso de faróis auxiliares.

Acontece que minha moto não tem faróis auxiliares e por isso enviei novamente um mail falando disso. Estou até hoje esperando a resposta.

Após este fato entrei para um fórum na internet onde foi discutido este assunto, e alguns integrantes relataram não só a queima do estator, mas também do regulador/retificador e da bobina de pulso, inclusive em motos com baixa km e os fatos prováveis da queima desta peça.

Acontece que novamente este ano queimou de novo esta peça em minha moto. Eu acho um absurdo um componente caro como esse queimar assim sem uma causa aparente e não me conformei até hoje com a resposta simplista dada pela J. Toledo.

Levei a minha moto para uma revisão em uma oficina de confiança fora da rede de concessionária e após a revisão de toda a parte elétrica da moto nada foi encontrado que pudesse ser a causa da queima.

Neste meio tempo conseguimos fazer chegar até o editor de uma revista especializada em motos o assunto e este indagando a J. Toledo recebeu a mesma resposta, isto é, que não existem casos relatados de queima destes componentes.

Eu me indignei mais ainda e eu parti para encontrar os proprietários de motocicletas deste modelo que tenham tido estes problemas, para mostrar a própria J. Toledo que existem casos sim, diferentemente do que ela alega. Sei que é uma tarefa árdua encontrá-los e por isso estou aqui solicitando o seu auxilio para esta tarefa.

Se você for proprietário ou conhecer algum proprietário que teve algum destes problemas relatados solicito que entre em contato comigo através do mail adhemart@terra.com.br mencionando o nome, data da queima do componente, Km quando da queima, componente que queimou, Ano/modelo da moto, cidade e mail do proprietário.

Pagamos muito caro por estes bens de consumo aqui no Brasil e devemos exigir que tenham no mínimo qualidade.

Se você concordar com esta minha atitude passe adiante este mail.


Muito Obrigado e que bons ventos o conduzam.



Abraços.


Adhemar Teixeira.
"O que importa não é a cilindrada da motocicleta e sim o caráter do motociclista".

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